80 escolas com contrato de associação estão contra o acordo

Posted: 2011/02/17 in Notícias

A maioria das escolas privadas com contrato de associação com o Estado, 80 de um total de 93, contesta o acordo entre a tutela e a associação do ensino particular sobre os cortes no financiamento estatal, foi hoje anunciado.

O anúncio é feito em comunicado pelo movimento nacional das escolas com contrato de associação.

As escolas em questão “rejeitam qualquer acordo, incluindo o assinado [há uma semana] entre a Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo e o Ministério da Educação, que considere a diminuição administrativa do número de turmas abrangidas pelo contrato de associação sem olhar à qualidade do serviço prestado”.

in visão – 17.Fev’11 – 21.58

 

Comentários
  1. Luis Santos diz:

    A AEEP, neste momento não representa as Escolas, antes os interesses – quais???- de Alvarenga, Rodrigo Q. Melo e João Munoz !!!
    Faz acordos, assume, fala, engana sócios, fala e assume por não sócios etc,etc…. até ao dia em que lhes serão pedidas responsabilidades pessoais, civis e criminais desses actos.
    Das oitenta escolas, até dia 17/02/11 que não aceitam o acordo algumas são sócias.
    Afinal em nome de quem a AEEP faz e assume acordos com o ME???
    Até breve!!!!

  2. pois... pois diz:

    A AEEP subscreveu um acordo com o Ministério da Educação, pretensamente em nome de todas as escolas com contrato de associação. Contudo, há 93 estabelecimentos de ensino com contrato de associação dos quais só uns 60 são sócios da AEEP. Vê-se agora que, possivelmente, desses 60, há um número considerável de escolas que discordam do acordo.
    Em que ficamos? Quantas escolas filiadas na AEEP é que se revêem neste acordo? E quantas é que ainda se revêem na AEEP? Vamos continuar nesta senda da “vitória em vitória até à derrota final”? Quantas escolas estarão ainda vivas daqui a 5 anos, quando for reavaliada a dita “rede”?
    É preciso parar para fazer contas e quantificar a legitimidade da AEEP para continuar a falar em nome do “sector” como dizem os seus dirigentes…
    Só não percebo quais as razões que levam os proprietários e os directores destas escolas a não assumirem a ruptura com uma associação que não os representa nem os defende. Falta de coragem? Falta de juventude? Medo do desconhecido? Outros interesses? Outros desinteresses?
    Uma coisa é certa: a arbitrariedade do Ministério da Educação vai manter-se. No região Centro e na região de Lisboa, as Direcções Regionais já estão a exigir às escolas com contrato de associação o cumprimento de “obrigações” que não estão previstas na lei. A prepotência da máquina do ME vai crescer proporcionalmente à diminuição da capacidade de intervenção desta associação fragilizada que já só representa as escolas GPS (se calhar, nem todas) e poucas mais.
    Só uma questão: E no Norte?

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